Secretário de Segurança vai pedir a transferência de Rogério 157 para presídio federal
O secretário de Segurança Pública, Roberto Sá, afirmou que vai pedir à Justiça a transferência de Rogério Avelino da Silva, o Rogério 157, preso nesta quarta-feira, para um presídio de segurança máxima federal. O secretário classificou a prisão como emblemática e que há 10 anos, o criminoso aterrorizava a cidade
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— Não temos dúvida de colocar um criminoso desses longe do Rio, dificulta a articulação deles — afirmou o Secretário que vai fazer um balanço da operação na comunidade do Arará, em Benfica.
Sá destacou que a prisão não foi um acaso e sim, um trabalho de inteligência. Segundo ele, as comunidades Mangueira, Tuiuti, Arará e Mandela já estavam na mira da polícia. Os policiais sabiam que o criminoso estava em uma dessas localidades.
O secretário destacou, ainda, a importância da equipe do delegado Gabriel Ferrando, titular da 12ª DP (Copacabana), por ele já ter atuado na comunidade da Rocinha e já conhecer as características físicas de Rogério 157.
Ferrando ressaltou que durante a prisão pode constatar que o bandido estava tentando mudar a sua aparência.
— Além de emagrecer, tentava apagar uns traços pessoais como cicatrizes e tatuagens para confundir os policiais — afirmou o delegado que considerou fundamental os agentes conhecerem bem a fisionomia do bandido.
O delegado disse ainda que a operação foi bem sucedida, sem nenhum disparo e feridos. Ele agradeceu o cerco feito pelas Forças Armadas em apoio a Polícia Civil.
A ação desta quarta-feira contou com mais de 3.000 homens, sendo 2.900 das Forças Armadas, que atuaram no cerco das comunidades e na desobstrução de vias e acessos.
De acordo com um balanço divulgado pela Secretaria de Segurança, até o momento, foram efetuadas sete prisões incluindo a de Rogério 157, baseado em mandado de prisão e apreensão de dois menores. Também foram apreendidos drogas e entre as armas, um fuzil calibre 556 na comunidade do Tuiuti.
Por Jornal Extra
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— Não temos dúvida de colocar um criminoso desses longe do Rio, dificulta a articulação deles — afirmou o Secretário que vai fazer um balanço da operação na comunidade do Arará, em Benfica.
Sá destacou que a prisão não foi um acaso e sim, um trabalho de inteligência. Segundo ele, as comunidades Mangueira, Tuiuti, Arará e Mandela já estavam na mira da polícia. Os policiais sabiam que o criminoso estava em uma dessas localidades.
O secretário destacou, ainda, a importância da equipe do delegado Gabriel Ferrando, titular da 12ª DP (Copacabana), por ele já ter atuado na comunidade da Rocinha e já conhecer as características físicas de Rogério 157.
Ferrando ressaltou que durante a prisão pode constatar que o bandido estava tentando mudar a sua aparência.
— Além de emagrecer, tentava apagar uns traços pessoais como cicatrizes e tatuagens para confundir os policiais — afirmou o delegado que considerou fundamental os agentes conhecerem bem a fisionomia do bandido.
O delegado disse ainda que a operação foi bem sucedida, sem nenhum disparo e feridos. Ele agradeceu o cerco feito pelas Forças Armadas em apoio a Polícia Civil.
A ação desta quarta-feira contou com mais de 3.000 homens, sendo 2.900 das Forças Armadas, que atuaram no cerco das comunidades e na desobstrução de vias e acessos.
De acordo com um balanço divulgado pela Secretaria de Segurança, até o momento, foram efetuadas sete prisões incluindo a de Rogério 157, baseado em mandado de prisão e apreensão de dois menores. Também foram apreendidos drogas e entre as armas, um fuzil calibre 556 na comunidade do Tuiuti.
Por Jornal Extra

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