Além de Rogério 157, megaoperação em favelas resultou em outras 14 prisões
Além de Rogério 157, a megaoperação desencadeada hoje pelas polícias Civil, Militar e Federal, Forças Armadas e Força Nacional de Segurança nas comunidades da Mangueira, Tuiuti, Mandela e Parque Arará, na Zona Norte do Rio, resultou na prisão de 14 pessoas e apreensão de cinco adolescentes. Também foram arrecadados um fuzil, uma espingarda calibre 12, duas pistolas, um revólver, três carregadores de armas, dois simulacros de fuzil e um de pistola, uma granada, munições, uma grande quantidade de diversas drogas, rádios transmissores, cadernos de contabilidade e dinheiro em espécie.
“Parabenizo todos os agentes que participaram da ação que resultou nessa importante prisão, mas quero fazer um agradecimento especial para a Polícia Civil e a Polícia Militar do Rio de Janeiro pela dedicação demonstrada no dia a dia a despeito das perdas de recursos que vem sofrendo ao longo desses últimos tempos”, comentou o secretario de Segurança Pública, Roberto Sá, que também agradeceu à Polícia Federal, ao Exército, à Marinha, à Aeronáutica e à Força Nacional.
Rogério 157 foi capturado por dois policiais, um da 12ª DP (Copacabana) e outro da 13ª DP (Ipanema), na laje de uma casa. Segundo as informações, o criminoso estava acompanhado por seguranças, que fugiram ao avistarem os policiais.
De acordo com o delegado Gabriel Ferrando, titular da 12ª DP (Copacabana), a polícia trabalhava com diversas informações sobre o paradeiro de Rogério 157 e sua prisão foi o resultado de uma ação estratégica no contexto de uma grande operação de integração e de inteligência, com base em informações conjugadas da 12ª DP e 13ª DP. “Conseguimos retirá-lo da casa sem precisar efetuar disparos e sem moradores feridos”, frisou o delegado, ao destacar a empenho de todos os policiais envolvidos na operação.
Segundo a delegada Cristiana Bento, titular da 13ªDP (Ipanema), Rogério 157 foi pego de surpresa e não esperava ser capturado na comunidade do Arará, em Benfica. “Ele mesmo disse que não esperava. Ele sabia que teria uma operação, e ele pensou que ninguém iria no Arará por ser uma comunidade pequena.
Por Polícia Civil
“Parabenizo todos os agentes que participaram da ação que resultou nessa importante prisão, mas quero fazer um agradecimento especial para a Polícia Civil e a Polícia Militar do Rio de Janeiro pela dedicação demonstrada no dia a dia a despeito das perdas de recursos que vem sofrendo ao longo desses últimos tempos”, comentou o secretario de Segurança Pública, Roberto Sá, que também agradeceu à Polícia Federal, ao Exército, à Marinha, à Aeronáutica e à Força Nacional.
Rogério 157 foi capturado por dois policiais, um da 12ª DP (Copacabana) e outro da 13ª DP (Ipanema), na laje de uma casa. Segundo as informações, o criminoso estava acompanhado por seguranças, que fugiram ao avistarem os policiais.
De acordo com o delegado Gabriel Ferrando, titular da 12ª DP (Copacabana), a polícia trabalhava com diversas informações sobre o paradeiro de Rogério 157 e sua prisão foi o resultado de uma ação estratégica no contexto de uma grande operação de integração e de inteligência, com base em informações conjugadas da 12ª DP e 13ª DP. “Conseguimos retirá-lo da casa sem precisar efetuar disparos e sem moradores feridos”, frisou o delegado, ao destacar a empenho de todos os policiais envolvidos na operação.
Segundo a delegada Cristiana Bento, titular da 13ªDP (Ipanema), Rogério 157 foi pego de surpresa e não esperava ser capturado na comunidade do Arará, em Benfica. “Ele mesmo disse que não esperava. Ele sabia que teria uma operação, e ele pensou que ninguém iria no Arará por ser uma comunidade pequena.
Por Polícia Civil
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