Coronel assasinado: reprodução simulada reforça hipótese de roubo seguido de morte
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O resultado da reprodução simulada da morte do coronel Luiz Gustavo Teixeira, assassinado no fim de outubro no Méier, na Zona Norte do Rio, aponta para crime de latrocínio.
Segundo a Delegacia de Homicídios da Capital (DH), todas as provas colhidas até o momento, como o depoimento de testemunhas, perícia do local e a reprodução simulada, confirmam essa hipótese.
Ainda de acordo com a polícia, o objetivo principal da reprodução simulada, realizada nesta quinta-feira, era descobrir se os criminosos atiraram nas vítimas ao perceberem que eram policiais dentro veículo ou se atiraram contra o carro ao verificarem que os ocupantes estariam se defendendo.
O delegado titular da DH, Fábio Cardoso, disse ainda, que a investigação segue em andamento e quaisquer fatos novos serão apurados.
Luiz Gustavo Teixeira foi morto a tiros dentro de uma viatura descaracterizada, na Rua Lins de Vasconcelos, esquina com a Rua Hermengarda, no Méier. Ele foi o 111º policial militar assassinado no estado em 2017.
O coronel Teixeira estava na corporação há 26 anos e estava à frente do 3º BPM há um ano e seis meses. Ele também trabalhou na Secretaria de Estado de Segurança (Seseg), de 2011 a 2014. O policial deixou uma mulher e dois filhos.
Na tarde da última quinta-feira (05) estudante do 8º (oitavo) período de Medicina, foi morto a tiros no bairro da Posse em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Maurício Fiúza, estava em uma rua próximo ao Hospital de Nova Iguaçu, e foi executado com aproximadamente 20 tiros de fuzil. Segundo informações de pessoas que estavam no local, pode não ter sido uma tentativa de assalto e sim uma execução. Policiais da DHBF (Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense) investigarão o caso.
O traficante conhecido como Fofito, do Complexo da Penha, na Zona Norte do Rio, foi morto por comparsas. Segundo relatos, estava repassando informações da guerra na Cidade Alta, em Cordovil, para uma facção rival.
Um homem supostamente envolvido com a milícia foi assassinado na Rua Artur Rios, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. Ele era conhecido pelo vulgo de Fumão.
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